segunda-feira, 1 de maio de 2017

Santiago, dia 2 - 01.04.2014

Não cumprimos toda a programação do dia, mas o passeio foi bem legal!

Começamos o dia pegando o funicular do Cerro San Cristóbal para o zoológico. O sol estava gostoso e a temperatura agradável. O zoológico é bem bacana e Lulu curtiu bastante! Tem uma boa variedade de bichos e sua posição proporciona algumas vistas da cidade.


Depois do zoo, subimos novamente o funicular para o Santuário da Imaculada Conceição. De lá a vista é linda e o lugar tem uma energia boa.


Do Santuário, descemos o funicular de novo (para o desespero de Lulu, que morreu de medo) e seguimos andando para La Chascona, aka Casa de Pablo Neruda. O ingresso custava na época 4.000 pesos por adulto. Vale a pena pegar o áudio-guia, cheio de informações preciosas.



A poucos minutos de caminhada, fomos até o famoso Como Água para Chocolate para almoçar. O restaurante é bonito, o atendimento foi ótimo e a comida idem. Os pratos são enormes e o preço bem mais justo que os do Giratorio.


Para fazer a digestão, demos uma voltinha pelos arredores e pegamos um táxi de volta pra casa.

Chegando em Santiago - 31.03.2014

Chegamos em Santiago às 11h. O desembarque no aeroporto foi um terror, por causa do assédio dos taxistas. Nos sentimos quase em um corredor polonês!

Pegamos um táxi para a nossa hospedagem por 20.000 pesos. Mais uma vez optamos por ficar em um apartamento e esse (City Inn) ainda com a vantagem de ter serviço de camareiras. A localização é excelente no quesito facilidades, mas no meio de uma selva de pedras! No início nem gostei muito desse bairro de Providência, só por conta disso.

Deixamos nossas coisas e fomos almoçar no famoso Giratório, que ficava bem pertinho. Tirando o fato de girar, não vi nada demais no restaurante. Meu ceviche estava abaixo da média e o preço é bem salgado. Beto achou seu carpaccio muito bom, mas o prato principal também estava mediano. Não curti. #souchatamesmo

Eu e Lulu no Giratorio
Plaza de la India a caminho do parque
Saímos de lá em direção ao Parque das Esculturas, mas o Google Maps nos enganou. Fomo então em direção ao Parque Metropolitanos para ver o Jardim Botânico e o Jardim Japonês, mas só conseguimos ver o primeiro (o segundo permaneceu um mistério, já que o parque é muito mal sinalizado e cansamos de nos perdermos nas subidas do Cerro San Cristóbal).

O jardim rende fotos lindas!

Mesmo cansados, passamos no supermercado, e fomos pra casa descansar! #agentesemprepassanomercado

Chi-chi-chi-le-le-le

Três anos atrás nós fomos ao Chile. Eu estava grávida de Diego e Lulu prestes a completar 3 aninhos. No período antecedente, eu estava trabalhando muito, então, quem fez todo o planejamento da viagem foi Beto. Não sei exatamente por isso, mas essa é uma viagem da qual não tenho muitas lembranças...

Achei Santiago uma cidade meio sem graça. Na verdade, é covardia conhecê-la depois de Buenos Aires, Lima e Montevideo!

Mas, apesar dos três anos e poucas lembranças, nessa viagem eu consegui fazer minhas anotações (o que não fiz mais nas viagens posteriores) e com a ajuda delas e das fotos, farei o meu registro aqui. Aqui, meu caderno de memórias e fonte de consulta para amigos e desconhecidos.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Minas, último dia

Saímos de Tiradentes e seguimos para BH. Para nossa viagem não ficar tão cansativa, resolvemos dormir uma noite por lá e reservamos um quarto no Ímpar Suites. O quarto era muito limpo e confortável e bem equipado, mas o atendimento foi muito, muito ruim. Fiquei extremamente decepcionada, porque o hotel é super bem avaliado no Booking, mas não demos sorte. Ainda bem que ficamos uma noite só.

Aproveitamos esse último dia para conhecer dois dos principais pontos turísticos de Belzonte: a lagoa da Pampulha (que eu já conhecia) e o mercado central.

Aquela região da Pampulha é muito bonita, mas não sei se foi por conta do horário, estava bem deserta - teve uma hora que até fiquei com um medinho...





De lá fomos para o Mercado, mas não tiramos fotos. Confesso que me decepcionei um pouco porque achei o local pequeno, os boxes todos muito parecidos, com os mesmos produtos. Também, a gente acaba ficando com aquela referência do Mercadão de São Paulo, né? Aí fica difícil competir!

Apesar de BH ser uma capital boêmia, com muitos bares, nossa noite foi só de descanso mesmo.


domingo, 15 de janeiro de 2017

São João del Rei e Tiradentes

Nosso quarto dia de viagem* começou com um passeio a São João del Rei. A cidadezinha fica a cerca de meia hora de Tiradentes. Não considero um local imperdível no roteiro, mas rendeu lindas fotos de Lulu!

É também uma cidade um pouco maior e mais urbana, então, o deslocamento entre os pontos de interesse fica melhor de carro.



O passeio acabou se concentrando na Praça da Igreja de São Francisco, super bonita e bem cuidada.





O passeio acabou por tomar apenas um turno e voltamos para almoçar em Tiradentes. Depois do almoço resolvemos descansar para aproveitar um pouco melhor a noite. Valeu a pena! 

Tava um friozinho bom e comemos um fondue delicioso no Monastério, para nos despedirmos dessa cidadezinha também deliciosa! Aliás, esse restaurante vale a pena! É lindo e aconchegante, ótimo para um jantar romântico (que não foi o nosso caso).

muito romantismo em nosso jantar <3
O dia seguinte foi dia de zarpar para BH, mas não resistimos a um último rolezinho em Tiradentes!

*viagem realizada em agosto/2013



sábado, 14 de janeiro de 2017

Congonhas e Tiradentes

Nosso terceiro dia de viagem começou com um passeio para Congonhas. Mais um dia lindo que favoreceu o passeio. A cidade estava meio vazia e chegando lá, fomos diretamente à Basílica do Senhor Bom Jesus de Matosinhos. Ela fica na parte mais alta da cidade e tem, na parte externa, as esculturas dos 12 profetas de Aleijadinho. De lá também se tem uma bonita vista da cidade.

 

Antes de seguirmos nossa viagem rumo a Tiradentes, tomamos um sorvetinho e curtimos o dolce far niente na praça em frente à igreja.



Cerca de 2h de carro depois chegamos a Tiradentes e fomo procurar a nossa pousada. Ela estava muito bem avaliada no Booking, mas fica muito distante do centro e, numa cidade como Tiradentes, depender de carro é péssimo! A Pousada Casa de Maria fica dentro de um condomínio residencial. É uma casa mesmo, com poucos quartos, todos amplos, mas com estrutura muito simples. Apesar da ótima recepção que tivemos pelo antigo proprietário, não é uma opção que eu recomendaria.

Depois de nos instalarmos, saímos para almoçar e dar um rolé pela cidade. Estacionamento não é algo tão fácil, mas conseguimos deixar o carro perto do restaurante, que infelizmente não lembro o nome.






Eu gostei muito da cidade. Ela é bem mais plana que Ouro Preto, o que torna os passeios menos cansativos. Também tem um clima de balneário, mesmo sem ter praia. Muitos turistas transitando, lojinhas, restaurantes etc. Pegamos um friozinho gostoso com dias de céu muito azul!

À noite jantamos no Templário. A comida não era nada demais, mas as mesinhas do lado de fora com os aquecedores ligados são muito convidativas. Infelizmente, quando começou a música ao vivo, já estava na nossa hora de ir. Além do nosso cansaço, a pequerrucha já estava caindo pelas tabelas!


quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Ouro Preto

Continuando nosso passeio por Ouro Preto*, o dia seguinte também foi de muito sol e céu azul. Nos perdemos pelas ladeiras, num passeio muito legal.



Aproveitamos o dia para visitar a Casa dos Contos, que tem entrada gratuita e muita coisa bacana para ser vista. Atrás do museu existe uma pequena trilha na mata, que também é interessante para os pequenos.


Depois do passeio fomos à estação ferroviária pegar o trem para Mariana. 


O trem conserva as características antigas internamente e é bem lento, mas a viagem não é demorada. Quando fomos, a paisagem do caminho não estava tão bem cuidada, mas, novamente, é um passeio que vale a pena com crianças.

Em Mariana almoçamos (não vale a pena indicar o restaurante) e saímos para um passeio a pé. O sol castigou bastante, especialmente subindo e descendo ladeira com muitos quilos no colo.



Juro que não fomos nós!
uma menina, uma moleca
vista panorâmica de Mariana
Com o cansaço, chegamos à estação para pegar o trem de volta mais cedo. Graças a Deus, havia sombra e um parquinho onde Lulu ficou entretida.




À noite, mortos de cansaço, saímos apenas para comer alguma coisa. E comemos a pior pizza da vida! Ainda bem que nem me lembro o nome do local! Depois, só descansar, porque no dia seguinte ainda haveria muito a percorrer!

*viagem realizada em agosto/2013

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Aqui em casa a gente trabalha muito. Trabalha e economiza. Economiza para custear a educação de nossos filhos e, principalmente, viajar. Verbo, aliás, que está contido no nosso conceito de educação.

Parafraseando Mario de Andrade, viajar, verbo intransitivo...

Essa introdução é só para dar um exemplo de um efeito tão singelo e tão arrebatador de uma viagem que são as reminiscências. Ainda ontem eu pedi uma comida pro almoço. Não consegui comer tudo e guardei pra Beto. Depois de comer e achar muito bom, ele me pergunta: essa caixinha (da embalagem) não te lembra outra comida que comemos em uma caixinha semelhante?

Aqui a gente não come comida chinesa, então, lá fui eu viajar para 2008! Lua de mel, Rue Mouffetard em Paris. A gente comendo uma massa deliciosa feita por um italiano que morou no Brasil. Comida boa, simples, barata, com direito a papo e simpatia. Lembrança feliz. 

É isso que viagens fazem: transformam o banal. Uma embalagem traz uma lembrança. Uma lembrança revive uma felicidade. 

Mais viagens = mais reminiscências. Mais reminiscências = Mais felicidade. Simples assim.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Em 2017 quero

ler mais
viajar mais
estudar mais
rir mais
cozinhar mais
me cuidar mais
suar mais
escrever mais

comer menos
procrastinar menos
falar menos
reclamar menos
gritar menos

sem mais. sem mas.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Pé na Estrada... Real de Minas!*

Os nossos destinos de férias geralmente são escolhidos pela oportunidade. Uma combinação de passagens baratas com boas opções de hospedagem. Nessa viagem não foi diferente. Conseguimos passagens para BH por R$ 600,00 ida e volta, para nós três. E Lulu já tinha mais de dois anos. Resolvemos então conhecer as cidades históricas de Minas!

Assim que chegamos em Confins, o aeroporto estava meio caótico e empoeirado por causa das obras para a Copa, mas pegamos logo o carro e seguimos diretamente para Ouro Preto. Embora a distância não seja tão grande, a viagem é demorada, pois a estrada é extremamente sinuosa. Quem senta no carona pode facilmente enjoar (no retorno, Lulu chegou a vomitar).

Ouro Preto nos recebeu com um céu lindo!


Nos hospedamos na Pousada Minas Gerais. A pousada é muito charmosa, com quartos amplos e bem perto do Centro. Como desvantagens, apenas o quarto frio e as escadas.

Depois de deixarmos as bagagens, fomos passear pela cidade. O dia lindo colaborou bastante com a paisagem!





Percorrer as ruas de Ouro Preto, apesar das ladeiras, é muito fácil. Pode-se conhecer a cidade num curtíssimo espaço de tempo, mas é gostoso entrar e sair de lojinhas, aproveitar os pátios e gramados, especialmente com crianças.

A nossa decepção com a cidade foi no quesito gastronomia. Não sei se fomos mal orientados, mas só comemos bem em um único restaurante, que foi o Bené da Flauta, onde jantamos logo no primeiro dia (mas é preciso preparar o bolso, pois é bem caro!).

Nós no Bené da Flauta
O dia seguinte continuou com mais passeio por Ouro Preto, mas isso é assunto para outro post.


*viagem realizada em agosto/2013